Voltar????
Por que não?
Vamos voltar sim!! Este espaço lindo e gostoso merece uma escritora à sua altura – kkk!!
E já que estou de bom humor, cheia de ideias e com muita música tocando dentro da minha cabeça louca, declaro reaberto o Blog Musicow, onde se fala e se ouve sobre música de qualquer estilo e artista, contanto que bem feita – aliás, malfeita também! È preciso malhar alguém de vez em quando, só pra desopilar a mente e levantar umas polemiquinhas, não é mesmo?
Além de falar (bem e mal) dos outros, este espaço também vai acompanhar as minhas novas peripécias no mundo da música e da comunicação, através do site Clave de Lua – meu estúdio de ideias – da Produtora ZYB - que agora terá um escritório “remoto” na minha mesa de cabeceira - e de tudo o mais que for pintando, tocando e cantando nesta minha vida regada à MÚSICA!
Pra começar, deixo uma reflexão sobre trilhas sonoras de cinema – uma grande paixão na minha vida.
Quando eu era pequena, sonhava em ser o John Williams, com aquela carinha de vovô da sorveteria, regendo solenemente uma orquestra de 75 músicos em frente a um telão gigantesco... Ai que coisa linda!
Mas os anos nos carregam de realidade – e hoje eu consigo realizar uma parte deste sonho em frente ao computador. Minhas orquestras são grandiosas – e ocupam bem menos espaço rsrsrs!!
Sempre que eu vou ao cinema, deixo a trilha sonora me carregar pelos cabelos. A última que me chamou atenção foi a do filme Avatar. Não consegui lembrar muito bem da música na hora, mas saí do cinema com aquela vontadona de chegar em casa e baixar tudo pra escutar com calma, sem a imagem na frente, dominando os sentidos.
Agora estou aqui na paz do estúdio ouvindo os temas que James Horner compôs para Avatar. Engraçado, mas o sentimento que me bateu primeiro foi... Decepção!
Pois é. Algumas trilhas sonoras são, acima de tudo, temas lindos e fortes. Mas existem trilhas que só funcionam ali no cinema, complementadas pelas imagens, sem uma vida própria. Tive esta nítida sensação quando ouvi a música de Avatar – senti falta do filme!!
Cheguei até a pensar que isto seria implicância da minha parte, mas bastou uma “gugada” pra perceber que muita gente, aqui e lá fora, também teve esta impressão. Era de se esperar que um filme tão esteticamente caprichado, somado a um compositor talentoso, resultasse em uma obra de arte para ser eternizada, regravada, etc, como aconteceu com outras pérolas de James Horner – Titanic... Preciso dizer mais?
Mas isto não quer dizer que eu reprovo a trilha sonora, como muitos outros blogueiros por aí. Acho que a música ficou pobrinha de se ouvir – mas ela cumpre o seu papel com valentia, emocionando e conduzindo as cenas loucas do filme. E o objetivo de uma trilha sonora é mesmo este, não é?
De vez em quando um cara até consegue fazer as duas coisas: uma música lindíssima que funciona muito bem como trilha de filme. Mas nem sempre é possível acertar assim tão na mosca.
O vovô da sorveteria quase sempre acerta... Fazer o quê? Hehehehehe!!!
Vamos voltar sim!! Este espaço lindo e gostoso merece uma escritora à sua altura – kkk!!
E já que estou de bom humor, cheia de ideias e com muita música tocando dentro da minha cabeça louca, declaro reaberto o Blog Musicow, onde se fala e se ouve sobre música de qualquer estilo e artista, contanto que bem feita – aliás, malfeita também! È preciso malhar alguém de vez em quando, só pra desopilar a mente e levantar umas polemiquinhas, não é mesmo?
Além de falar (bem e mal) dos outros, este espaço também vai acompanhar as minhas novas peripécias no mundo da música e da comunicação, através do site Clave de Lua – meu estúdio de ideias – da Produtora ZYB - que agora terá um escritório “remoto” na minha mesa de cabeceira - e de tudo o mais que for pintando, tocando e cantando nesta minha vida regada à MÚSICA!
Pra começar, deixo uma reflexão sobre trilhas sonoras de cinema – uma grande paixão na minha vida.
Quando eu era pequena, sonhava em ser o John Williams, com aquela carinha de vovô da sorveteria, regendo solenemente uma orquestra de 75 músicos em frente a um telão gigantesco... Ai que coisa linda!
Mas os anos nos carregam de realidade – e hoje eu consigo realizar uma parte deste sonho em frente ao computador. Minhas orquestras são grandiosas – e ocupam bem menos espaço rsrsrs!!
Sempre que eu vou ao cinema, deixo a trilha sonora me carregar pelos cabelos. A última que me chamou atenção foi a do filme Avatar. Não consegui lembrar muito bem da música na hora, mas saí do cinema com aquela vontadona de chegar em casa e baixar tudo pra escutar com calma, sem a imagem na frente, dominando os sentidos.
Agora estou aqui na paz do estúdio ouvindo os temas que James Horner compôs para Avatar. Engraçado, mas o sentimento que me bateu primeiro foi... Decepção!
Pois é. Algumas trilhas sonoras são, acima de tudo, temas lindos e fortes. Mas existem trilhas que só funcionam ali no cinema, complementadas pelas imagens, sem uma vida própria. Tive esta nítida sensação quando ouvi a música de Avatar – senti falta do filme!!
Cheguei até a pensar que isto seria implicância da minha parte, mas bastou uma “gugada” pra perceber que muita gente, aqui e lá fora, também teve esta impressão. Era de se esperar que um filme tão esteticamente caprichado, somado a um compositor talentoso, resultasse em uma obra de arte para ser eternizada, regravada, etc, como aconteceu com outras pérolas de James Horner – Titanic... Preciso dizer mais?
Mas isto não quer dizer que eu reprovo a trilha sonora, como muitos outros blogueiros por aí. Acho que a música ficou pobrinha de se ouvir – mas ela cumpre o seu papel com valentia, emocionando e conduzindo as cenas loucas do filme. E o objetivo de uma trilha sonora é mesmo este, não é?
De vez em quando um cara até consegue fazer as duas coisas: uma música lindíssima que funciona muito bem como trilha de filme. Mas nem sempre é possível acertar assim tão na mosca.
O vovô da sorveteria quase sempre acerta... Fazer o quê? Hehehehehe!!!
Saúde pra vocês!! Sempre!
Nanda Torres












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